“O SAAE vai voltar a ser a menina dos olhos de Alagoinhas”, afirma diretor José Gomes

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Em entrevista na manhã de hoje (21), aos radialistas Miranda de Lima e André Luis Borges, na Rádio Nova AM, o diretor-geral do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Alagoinhas (SAAE), José Gomes da Silva, afirmou que a instituição vai voltar a ter a credibilidade e respeito da comunidade.
Para isso, disse Gomes, uma série de medidas estão sendo adotadas desde o início da gestão, com vistas a resolver os problemas herdados da administração anterior, principalmente o passivo financeiro de mais de R$ 13 milhões em dívidas com a Coelba, INSS e fornecedores.
“Queremos escrever uma nova história no SAAE, pois é um dos maiores patrimônios de nossa cidade, tem um corpo funcional compromissado com a mudança e isso tudo soma positivamente para o seu resgate”, afirmou Gomes, que não titubeou em responder às inúmeras perguntas dos participantes por telefone, WhatsApp e Facebook.
Gomes elencou as principais ações adotadas para sanar os problemas do SAAE e devolver a sua normalidade. Dentre as medidas estão o pagamento mensal da conta de luz à Coelba e negociação para parcelamento da dívida encontrada, bem como o pagamento já dois dois meses desse ano do INSS e início da negociação dos valores encontrados pendentes, recebidos dos servidores e não repassados ao órgão.
Além dessas medidas, a nova direção tomou medidas administrativas para melhorar o funcionamento e dinamizar a arrecadação. Para os funcionários está sendo pago o salário mensal dentro das datas previstas e contratado um plano de saúde emergencial até que a licitação seja concluída.
Gomes foi arguido sobre o projeto do Governo Federal de privatizar as Companhias de Abastecimento de Água de alguns estados, mas ele foi enfático ao afirmar que Alagoinhas não corre esse risco, pois, além de estar caminhando para solucionar os problemas, a privatização, segundo a Lei 1.460/2001, que prevê um plebiscito com resultado em 60% da população favorável.
Sobre as estações de tratamento de esgoto, Gomes afirmou que encontrou as 17 unidades abandonadas, mas o projeto é resgatar uma a uma. Indagado sobre o percentual de 40% que é cobrado sobre o consumo de água, Gomes respondeu na Companhia Estadual de Água esse percentual chega a 90%.
Ele também falou da irregularidade em entroncar o esgoto na rede pluvial, as ligações clandestinas – cerca de 12 mil – e do trabalho que vem sendo feito junto ao consumidor com o 0800, o Call Center e o plano de adquirir cerca de 12 mil hidrômetros para ampliar a receita da empresa.

Vanderley Soares
Acom-Assessoria de Comunicação Social
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