Iraci Gama: “Situação de abandono do Carneirão representa o que aconteceu na Prefeitura de Alagoinhas nesses últimos anos”

Situação de abandono do Carneirão 03 - crédito Roberto Fonseca - SECOM
Situação de abandono do Carneirão 01 - crédito Roberto Fonseca - SECOM Situação de abandono do Carneirão 02 - crédito Roberto Fonseca - SECOM

Quem chega ao Estádio Municipal Antônio Carneiro, o Carneirão, constata que a cobertura da sua entrada principal se transformou em abrigo para moradores de rua. Dentro das instalações deste importante equipamento esportivo de Alagoinhas, que se transforma no “Ninho do Carcará” durante os jogos do Atlético, a situação de abandono predomina dentro e fora de campo.

“O gramado foi praticamente destruído. O mato e a erva daninha crescem por todo lado, sem falar dos formigueiros. É uma situação vergonhosa para a principal praça esportiva de Alagoinhas, mas que representa o que aconteceu na Prefeitura nesses últimos anos”, observa a vice-prefeita e secretária de Cultura, Esporte e Lazer, Iraci Gama.

“É uma situação vergonhosa, ainda mais quando o time do Atlético precisa entrar em campo no mês de março para disputar o Campeonato Baiano. E os problemas não ficam só no gramado”, lamenta a gestora.

Ao redor do campo, o placar eletrônico está danificado, cadeiras estão fora do lugar e algumas salas se transformaram em depósito de móveis velhos da prefeitura e até de escombros das tentativas de reforma do estádio.

A secretária informa ainda que a situação encontrada no Ginásio de Esportes e na Biblioteca Municipal não é muito diferente.

“Só me entregaram as chaves do Ginásio no final da semana passada e a biblioteca está num estado deplorável, necessita urgente de reforma. As condições são insalubres para abrigar o acervo de livros e o Arquivo Municipal e até para os funcionários que lá trabalham. Isso sem falar da parte elétrica. É muito desagradável constatar tudo isso e perceber que é resultado de um problema de falta de gestão”, sentencia.

Fonte: Secom Alagoinhas

Crédito das fotos: Roberto Fonseca/Secom

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